UM DUENDE EM NOVA YORK

UM DUENDE EM NOVA YORK

(Elf)

2003 , 97 MIN.

anos

Gênero: Aventura

Estréia:

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  • Ficha técnica

    Direção

    • Jon Favreau

    Equipe técnica

    Roteiro: David Berenbaum, Jon Favreau, Scot Armstrong

    Produção: Jon Berg, Shauna Weinberg, Todd Komarnicki

    Fotografia: Greg Gardiner

    Trilha Sonora: John Debney

    Elenco

    Annie Brebner, Edward Asner, Faizon Love, James Caan, Patrick Baynham, Will Ferrell

  • Crítica

    22/05/2009 11h03

    Todo ano o cinema traz aquele "filme bonitinho de Natal para ser visto por toda a família". E 2003 não seria diferente: Um Duende em Nova York chega para ser o "filme bonitinho" deste final de ano. Bonitinho e muito lucrativo: os US$ 31 milhões investidos na produção já foram multiplicados por três, em menos de um mês de exibição nos EUA. Nada mau para um roteirista estreante (David Berenbaum) e um diretor (Jon Favreau) que nunca alcançou a fama como ator e que só havia dirigido um único longa para cinema (Made, inédito no Brasil), além de um punhado de telefilmes.

    A história segue o padrão tradicional das comédias familiares natalinas. Buddy (Will Ferrell, humorista revelado no programa de TV Saturday Night Live) é um dos fabricantes de brinquedos da oficina do Papai Noel, no Pólo Norte. Ele pensa ser um duende, sem saber que na verdade é um humano adotado. Logo a realidade vem à tona e Buddy viaja até Nova York - a pé - para encontrar seu verdadeiro pai (James Caan). A partir daí, o roteiro explora o conhecido filão do "peixe fora d`água", do choque cultural. A fórmula é sempre a mesma: fazer com que o "diferente" seja a princípio rejeitado pela sociedade dos "iguais", que até o final da trama vai perceber que sempre temos muito que aprender com aquelas pessoas que a princípio nos parecem estranhas. Você já viu esse filme muitas, muitas vezes. A produção mistura Big - Quero Ser Grande com Crocodilo Dundee, pitadas de Meu Papai é Noel, um cheirinho de A Felicidade Não se Compra, um pouquinho de Dickens, e voilá! Acaba agradando. Parece um sorvete de chocolate: todo mundo já sabe que gosto vai ter, e todo mundo gosta.

    Provavelmente o ponto mais fraco do filme é o seu ator principal. Ferrell parece interpretar eternamente o mesmo papel e não tem carisma suficiente para ser protagonista. Felizmente o filme deu certo mesmo assim, ajudado por um ótimo time de coadjuvantes.

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