ZATHURA - UMA AVENTURA ESPACIAL

ZATHURA - UMA AVENTURA ESPACIAL

(Zathura)

2005 , 89 MIN.

Gênero: Aventura

Estréia:

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  • Ficha técnica

    Direção

    • Jon Favreau

    Equipe técnica

    Roteiro: David Koepp, John Kamps

    Produção: Michael De Luca, Scott Kroopf, William Teitler

    Fotografia: Guillermo Navarro

    Estúdio: Columbia Pictures Corporation

    Elenco

    Dax Shepard, Derek Mears, Douglas Tait, Jonah Bobo, Josh Hutcherson, Kristen Stewart, Tim Robbins

  • Crítica

    22/05/2009 11h03

    Lembra-se de Jumanji (1995), aventura juvenil com Robin Williams sobre um jogo de tabuleiro que ganha vida própria e acaba, literalmente, invadindo a casa de seus participantes? E, agora, que tal Zathura - Uma Aventura Espacial, aventura juvenil (sem Robin Williams) sobre um jogo de tabuleiro que ganha vida própria e acaba, literalmente, levando seus participantes para o espaço? A coincidência não é à toa: ambos os filmes foram baseados nos livros do mesmo escritor: Chris Van Allsburg, também autor de O Expresso Polar.

    Zathura - Uma Aventura Espacial mostra os irmãos Danny (Jonah Bobo) e Walter (Josh Hutcherson) aborrecidos em casa em pleno sábado, com pouco ou nada para fazer, enquanto o pai (participação especial de Tim Robbins) vai resolver um problema no trabalho. O irmão menor, Danny, encontra um velho jogo empoeirado no porão - o tal Zathura - e resolve jogá-lo sozinho. Trata-se de uma corrida espacial feita entre pequenas naves parecidas com aquelas do seriado original de Flash Gordon. Aliás, a concepção gráfica e visual do jogo, fazendo com que ele pareça ter vindo diretamente dos anos 50, é provavelmente a melhor coisa do filme. O que parecia um joguinho inofensivo acaba se transformando numa aventura de vida ou morte, pois num passe de mágica (por favor, sem explicações), todos os desafios propostos por Zathura acabam realmente acontecendo, começando com a casa dos irmãos sendo lançada diretamente para os confins do espaço sideral.

    Zathura - Uma Aventura Espacial está longe de ser uma grande novidade, tanto pela sua idéia básica - como já vimos - como pelo seu conteúdo. Ele reza pela boa e velha cartilha da lição de moral, na qual dois irmãos, quando confrontados com uma grande dificuldade em comum, acabam superando seus problemas e se tornando os grandes amigos que sempre deveriam ter sido. Nada especial, mas um bom entretenimento, bem produzido, e com bom ritmo (especialmente para o público infantil e adolescente), determinado pelo diretor John Favreau, o mesmo de Um Duende em Nova York.

    Nos EUA, o filme foi um fracasso de bilheteria, arrecadando menos da metade dos US$ 65 milhões que custou. Não merecia tamanho castigo. Provavelmente terá uma carreira melhor nas videolocadoras.

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