ZÉ COLMEIA - O FILME

ZÉ COLMEIA - O FILME

(Yogi Bear)

2010 , 80 MIN.

Gênero: Comédia

Estréia: 21/01/2011

página inicial do filme
  • Ficha técnica

    Direção

    • Eric Brevig

    Equipe técnica

    Roteiro: Brad Copeland, Jeffrey Ventimilia, Joshua Sternin

    Produção: Donald De Line, Karen Rosenfelt

    Fotografia: Peter James

    Trilha Sonora: John Debney

    Estúdio: De Line Pictures, Picnic Basket, Rhythm and Hues, Sunswept Entertainment, Warner Bros. Pictures

    Distribuidora: Warner Bros

    Elenco

    Andrew Daly, Anna Faris, Barry Duffield, Christy Quillam, Dan Aykroyd, David Stott, Dean Knowsley, Emily Hahn, Greg Baglia, Greg Johnson, Hayden Vernon, Isabella Acres, Jennessa Rose, Jill Smith, Josh Robert Thompson, Juan Pope, Justin Timberlake, Kate Carlin, Kerry Gutierrez, Kirk Baily, Luisa Leschin, Michael Morris, Michelle Ruff, Nathan Corddry, Patricia Aldersley, Seth Morris (voz) Raymond Ochoa (voz), Shane Baumel (voz), Stephen Apostolina (voz), Steve Alterman (voz), Suzana Srpek, T.J. Miller, Tim McLachlan, Tom Cavanagh, Will Shadley (voz), William Wallace

  • Crítica

    19/01/2011 15h43

    A Warner foi buscar no desenho animado Zé Colmeia, produzido pela Hanna Barbera a partir de 1961, inspiração para o seu mais recente longa metragem infantil: Zé Colmeia, o Filme. E apesar do personagem ter maior reconhecimento junto ao público que hoje é adulto (exatamente os que curtiam os antigos desenhos da TV), este novo longa claramente se destina ao pequenos.

    Bastante ingênua, a história mostra o urso guloso Zé Colmeia e seu fiel escudeiro Catatau tentando ajudar o Guarda Smith (Tom Cavanagh) a salvar o Parque Jellystone de um prefeito ganancioso que quer transformar o belo lugar num empreendimento comercial. Nada que já não tenha sido mostrado inúmeras vezes antes na Sessão da Tarde. O diferencial fica por conta de Zé e Catatau, convincentemente gerados por computador, e com uma boa interação com as imagens gravadas de forma convencional. Tanto que a cena que mais compromete neste sentido não tem a ver com a junção do live-action com a animação: trata-se do momento em que todos despencam da cachoeira, onde tudo ficou muito artificial.

    Porém, a química funciona e os personagens têm ritmo e humor suficientes para agradar a garotada. O mesmo já não se pode dizer do público adulto que acompanhará as crianças. Estes ficarão por 80 minutos reféns de uma historinha rasa demais para segurar a atenção.

    A boa notícia para os antigos fãs é que todos os principais elementos do velho desenho estão no filme: o parque, o guarda, as trapalhadas e, claro, a incessante luta pelas cestas de piquenique. Foi muito positivo os roteiristas terem mantido o personagem título como de fato ele sempre foi, ou seja, um ladrão guloso e egoísta.

    Nestes tempos insuportavelmente “politicamente corretos”, cheguei a temer que alguém tivesse a infeliz ideia de “reabilitar” Zé Colmeia, tornando-o um herói ou coisa parecida, com medo que ele transmitisse “mensagens erradas” para as crianças. Afinal, até a obra de Monteiro Lobato passou recentemente por uma patrulha dessas. Felizmente isso não aconteceu no filme.

    A dica é: deixe seus filhos verem o filme, mas não vá. Peça para o seu cunhado pentelho levar as crianças para você.

Deixe seu comentário
comments powered by Disqus