CRÍTICAS

Pica-pau

Até hoje alguns personagens de desenho animado se mantêm presentes na memória daqueles que cresceram assistindo. Pica-pau é um deles. Lançado nos anos 40 por Walter Lantz, o pássaro de risada inconfundível e um jeito irreverente cativou milhões de crianças e adultos que passavam as tardes acompanhando suas aventuras na TV aberta. Conquistando gerações, as trapalhadas desse personagem renderam muita audiência nas emissoras onde passava.

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Lego Ninjago - O Filme

O universo de Lego apresenta seu terceiro filme: Lego Ninjago - O Filme. Seus antecessores, Uma Aventura Lego e Lego Batman: O Filme, conquistaram o público com um humor ácido e bem divertido, além de ironias que pareciam sair dos personagens sem o menor esforço. O novo filme da franquia vai ao oposto dos primeiros. Os personagens de peças desmontáveis erram o timing das piadas e caem em clichês monótonos.

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Pássaro Branco da Nevasca

As cores exageradas e o forte apelo sexual dos filmes de Gregg Araki tornaram o diretor um dos queridinhos dos cinéfilos mais descolados. Após abordar toda a inquietação e frivolidade da adolescência em Kaboom, agora ele retorna ao universo dos teens rebeldes e cheios de crises existênciais no novo Pássaro Branco Da Nevasca.

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Dólares de Areia

Filme escolhido para encerrar a 38ª Mostra Internacional de Cinema de Sâo Paulo, Dólares De Areia usa o dinheiro para opor realidade e fantasia, uma metáfora das relações de colonialismo que ainda permiam o cotidiano e o imaginário da América Latina. Sem muito revelar, é preciso se apegar aos olhares e ao subtexto para compreender este drama contido.

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Sono de Inverno

Há tanto o que dizer sobre Winter Sleep que é difícil saber por onde começar. Extremamente reflexivo e de uma crueldade belíssima, o filme do turco Nuri Ceylan é tão grandioso quando sua duração - são mais de 3 horas de diálogos complexos que renderam ao diretor sua primeira Palma de Ouro no Festival de Cannes deste ano.

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Azul e Não Tão Rosa

Claramente influenciada por novelas latinas e comédias ibéricas, Azul E Não Tão Rosa é corajoso. O filme do espanhol Miguel Ferrari discute homofobia sem rodeios, colocando em primeiro plano de sua narrativa a violência sofrida diariamente por homossexuais. Política, a obra foi a grande vencedora do Goya de Melhor Filme Estrangeiro de Língua Espanhola neste ano.

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