Capitão América - Guerra Civil: Chris Evans diz que não existe um vilão no filme

Ator admitiu concordar com o personagem de Downey Jr.

28/09/2015 11h33

Por Daniel Reininger

Chris Evans, o Capitão América 3, revelou novidades de Guerra Civil durante um painel na Salt Lake Comic Con.

Ele explicou que o conflito entre Steve Rogers e Tony Stak (Robert Downey Jr.) começa graças ao acordo proposto pelo governo para regulamentação dos super-heróis.

"Tony [Homem de Ferro] acha que tem que assinar o acordo para se reportar a alguém, ele acredita nisso. O Capitão, que sempre foi um cara do governo e um soldado, não acredita mais em nada, principalmente depois do que acontece em Soldado Invernal - ele acha que as mãos mais seguras são as dele mesmo", disse o ator.

O ator ainda admitiu concordar com o personagem de Downey Jr.. "É complicado, pois lendo o roteiro eu concordo com Tony. Não dá para fazer tudo sozinho, é preciso se render ao grupo", opinou.

"Mas o Capitão tem suas razões e o senso de pureza mais cristalino possível. É algo difícil de escolher mesmo e acho que o grande ponto deste filme é que não há um vilão, de fato. Ninguém está certo, ninguém está errado. E isso era muito legal na hora de filmar, pois era algo que se relacionava com nossas visões de vida e política", completou.

Na história do longa, Rogers (Evans) continua treinando os novos Vingadores para proteger a humanidade, mas, após um incidente internacional causar danos colaterais graves, a pressão política aumenta, o que resulta na instalação de um sistema de registro de super-humanos.

Essa nova determinação divide os Vingadores, que vão precisar escolher lados a fim de sobreviver. Enquanto isso, eles também terão que proteger o mundo de um nefasto vilão.

Quem dirige o longa são os irmão Anthony e Joe Russo, os mesmos de Capitão América: O Soldado InvernalA previsão é que o longa chegue aos cinemas em 6 de maio de 2016.

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