Netflix: Conheça os assassinos reais mostrados em Mindhunter

Segunda temporada já está disponível na Netflix

19/08/2019 17h11

Por Daniel Reininger

Mindhunter traz caracterizações fiéis de serial killers e conta sem rodeios os detalhes de seus crimes. Em uma mistura de ficção e realidade, dois investigadores e uma psicóloga entrevistam assassinos que ficaram famosos nas décadas de 1970 e 1980, quando esse tipo de crime passou a ser estudado. Na segunda temporada, além dos assassinos que já apareceram anteriormente, a história apresentará outros nomes famosos, que apresentamos para vocês:

Dennis Rader, ou "BTK"

A figura misteriosa que apareceu durante a primeira temporada é Dennis Rader, o Estrangulador BTK, sigla é formada pelas iniciais das palavras "bind, torture, kill", que em português significam "amarrar, torturar e matar". Entre 1974 e 1991, matou ao menos dez mulheres na cidade de Wichita, no estado norte-americano do Kansas. As buscas pelo Estrangulador BTK duraram décadas. Foi só em 2004 que uma equipe responsável por rever casos do passado conseguiu capturar o serial killer.

Wayne Williams

Entre 1979 e 1981, diversas crianças, a maioria meninos negros, foram assassinadas na cidade de Atlanta, Estados Unidos. Embora as barbaridades de Williams sejam amplamente conhecidas atualmente, naquele período o caso recebeu pouca atenção da imprensa e da polícia.

Charles Manson

Charles Manson foi preso pelo assassinato de sete pessoas — mesmo sem ter matado ninguém com as próprias mãos. O serial killer influenciou diversos jovens a agirem segundo seus comandos, o que resultou na morte das vítimas, dentre elas a atriz Sharon Tate, em 1969. Seu grupo de seguidores — a "Família Manson" — o via como uma espécie de messias. Na série, Manson é interpretado por Damon Herriman, que deu vida ao personagem também no recente filme de Quentin Tarantino, Era Uma Vez Em... Hollywood.

Mindhunter

David Berkowitz, "O filho de Sam"

O assassino matou homens e mulheres bem diferentes entre si e ainda enviava cartas debochando da polícia. Ele foi apelidado de Calibre 44 e só foi preso quando foi multado por parar em local proibido próximo à casa de uma de suas vítimas. Após sua prisão, o homem disse às autoridades que havia cometido os crimes por influência de Sam, cachorro de seu vizinho, que o teria possuído.

Elmer Wayne Henley

Henley foi julgado e condenado pela morte de seis jovens, em 1974. Ele agiu em parceria com outro serial Killer, Dean Corll — que matou 28 pessoas. Henley chegou, até mesmo, a matar seu companheiro de crimes, Corll, em 1978.

William Henry Hance

Hance teria assassinado quatro mulheres nos arredores de bases militares do estado de Geórgia, nos Estados Unidos, no final dos anos 1970. Ele chegou a enviar cartas à polícia ameaçando matar prostitutas negras, mas foi preso antes de cometer mais esse crime. O serial killer morreu na cadeira elétrica em 1994, alegando inocência.

Paul Bateson

Ele fez um bico trabalhando no filme O Exorcista, do diretor William Friedkin e, em 1979, foi condenado pela morte da jornalista Addison Verrill. A polícia e a promotoria de Manhattan ligaram Bateson à morte de alguns jovens gays da cidade, mas nada foi provado.

William Pierce Jr.

Em março de 1970, Pierce foi libertado da prisão após acusações de incêndio e arrombamento e começou a cometer assassinatos na região de Atlanta. O criminoso estuprou e assassinou uma menina de 13 anos e depois cometeu mais nove assassinatos em menos de um ano, até ser preso em 1971.

Veja o trailer da temporada que já está disponível na Netflix: 

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