Crítica: Kin tenta inovar, mas escorrega em clichês perigosos

Filme conta a história problemática de um menino e sua arma

30/08/2018 16h00

Por Juliana Varella

Estreia no dia 6 de setembro um filme curioso chamado Kin. Dirigido pelos estreantes Jonathan e Josh Baker e baseado no curta "Bag Man", criado por eles, o filme acompanha um menino (Myles Truitt) que encontra uma arma futurista e se envolve, ao mesmo tempo, numa perseguição entre um grupo de criminosos e seu irmão mais velho, recém-saído da prisão.

O filme tenta se inspirar em novos sucessos, como Pantera Negra, na pretensão de empoderar seu protagonista negro, mas acaba escorregando em velhos clichês de Hollywood e, pior, valorizando o papel da arma e da violência na disputa entre grupos sociais.

"Em Kin, a presença de uma arma ultratecnológica nas mãos de um garoto negro não representa mais do que uma repetição do velho clichê: quem tem a força bruta tem o poder. Não há nada de subversivo aí."

Leia a crítica completa clicando na imagem:

Jack Reynor e Myles Truitt em Kin

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