Crítica: O Gênio e o Louco, com Mel Gibson, tem muito a dizer

A incrível história real da criação do dicionário inglês de Oxford

22/04/2019 16h02

Por Sara Cerqueira

Baseado na obra de Simon Winchester, O Gênio E O Louco, dirigido pelo iraniano-americano Farhad Safinia, é um caixinha de surpresas. Nos primeiros quarenta minutos, presenciamos uma narrativa arrastada e um roteiro com grande dificuldade em manter o foco nos núcleos de personagens tão distintos, interpretados pelos monstros consagrados Mel Gibson e Sean Penn. Além disso, a presença insistente de subtramas fracas atravancava um filme que parecia se equilibrar delicadamente na corda bamba. Saiba mais com nossa crítica:

O trabalho de Mel Gibson e Sean Penn é estupendo. Gibson se torna irreconhecível como um homem apaixonado pelas palavras, mas preso a entraves burocráticos e às próprias limitações diante de um desafio que parece impossível. Com um sotaque britânico natural e aparência menos intimidante, o ator mais uma vez mostra a qualidade de seu trabalho como ator, além de suas habilidades inquestionáveis como roteirista e diretor que já conhecemos.


Essa é a incrível história real da criação do dicionário inglês de Oxford, projeto que definiu nosso mundo. Durante anos, milhares de definições de palavras foram enviadas para análise do professor James Murray (Mel Gibson), mas um envio em específico despertou sua atenção, o do Doutor W.C. Minor (Sean Penn), que submeteu mais de dez mil definições. Quando o comitê decide honrá-lo, a verdade choca a todos: Doutor Minor encontra-se preso em um hospício para criminosos.


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