"Independence Day é um fim do mundo divertido", diz Bill Pullman no Brasil

Filme está em cartaz

23/06/2016 16h50

Por Daniel Reininger

Na manhã desta quinta-feira (23), o ator norte-americano Bill Pullman participou da coletiva de imprensa do filme Independence Day: O Ressurgimento, no Allianz Parque, estádio do Palmeiras, em São Paulo, onde o longa será exibido às 19h com a presença do ator. Pullman volta ao Brasil após visitar o Rio de Janeiro em 2008, 2010 e 2013 e aproveitou a visita a São Paulo para apresentar seu filho à imprensa, Lewis Pullman.

No novo filme, O Ressurgimento, estrelado por Maika Monroe, Charlotte Gainsbourg, Vivica A. Fox e Liam Hemsworth, Pullman volta a viver o Presidente Thomas J. Whitmore, icônico personagem de Independence Day, sucesso de 1996.

Na entrevista, o ator falou que o primeiro Independence Day abriu caminho para ficções científicas leves e divertidas e ajudou até mesmo os filmes de quadrinhos. "Na época do primeiro, todos os críticos falaram que o filme era muito engraçadinho, que ninguém o levaria a sério, porque as pessoas querem coisas complexas. No fim, as pessoas provaram que podem se divertir com o fim do mundo", conta.

Em O ressurgimento, é a primeira vez que Pullman retorna a um papel. "Todos pensavam nele como um líder e como um guerreiro, e agora vemos como os eventos o marcaram. Dessa vez, Whitmore, em sua loucura, vê o mundo mais claramente do que todos ao seu redor", disse.

Bill Pullman em Independence Day - O Ressurgimento

Ele ainda comentou sobre a relação com sua filha vivida por Maika Monroe na produção. "Num filme como este, a história é mais importante e os personagens vêm depois, mas Maika é uma pessoa tão calorosa que, no fim, deu certo. Estava preocupado, mas tenho sorte também do diretor Roland Emmerich ter se dedicado tanto para construir essa relação", explica.

Sobre o retorno de velhos personagens e introdução de novos, diz que o filme mantém sua essência. "Tinha medo de algo que acho importante no primeiro filme, que é a conexão entre os personagens, se perdesse nesse longa, mas isso não aconteceu. No primeiro filme, Emmerich tinha construído personagens tão ricos e complexos e ele novamente soube encaixar isso muito bem no roteiro."

O ator ainda falou que a experiência de filmar em um set com fundo azul para o novo longa foi algo inusitado e até mesmo intimista e chegou a se sentir no teatro, afinal eram apenas os atores interagindo entre si, sem um cenário propriamente dito. "O primeiro filme tinha 80% de suas cenas filmadas em cenários reais, na sequência, 85% de cenários foram construídos por computador e trabalhar assim foi algo impressionante".

Para finalizar, disse que Independence Day foi um filme especial por possuir um "senso de amor à humanidade". "Mesmo diante de tragédias é possível encontrar momentos de alegria e podemos fazer parte de algo maior, que é a humanidade. É isso que amo no Brasil, o mundo todo está representado aqui", disse.

O evento desta noite em São Paulo contará com a exibição do primeiro longa, de 1996, e, na sequência, Pullman apresentará a continuação. Ainda há ingressos, que vão de R$ 45 a R$ 140. Independence Day: O Ressurgimento está em cartaz nos cinemas tradicionais. Leia a crítica e fique ligado para nossa entrevista exclusiva com ator, que entra no ar em breve.

Enquanto isso, veja o trailer 

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